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Sinpro/Caxias se prepara para a Campanha Salarial 2026

Após atividades de estudo e organização, sindicato vai reunir a categoria para definir as pautas de reivindicações

A data-base dos professores que trabalham em estabelecimentos de ensino privado é o mês de março. Porém, a diretoria sindical começa a se preparar para as negociações com os patronais com muita antecedência. Uma das atividades de preparação ocorreu no sábado, dia 21 de fevereiro, em Porto Alegre. Tratou-se do Seminário da Campanha Salarial 2026, promovido pela Federação que agrega os sindicatos de professores, a FeteeSul*.

   

No evento, o professor Amarildo Censi falou sobre conjuntura econômica, política e educacional. Após o diagnóstico e debate sobre o tema, foram tratadas questões sobre a Campanha Salarial, alinhando a estratégia dos sindicatos de professores e técnicos e administrativos para as negociações com as representações das instituições de ensino, que iniciam em breve.

Cenário Econômico

No final do ano passado, no dia 20 de dezembro, o coletivo já havia se reunido com o mesmo propósito, também em Porto Alegre. Naquela ocasião, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apresentou o cenário econômico que será o contexto das negociações para a renovação das Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs).

    

Reivindicações em pauta

O Sinpro/Caxias realiza negociações com os sindicatos Sindiman/RS, que representa as instituições comunitárias de ensino (UCS e CETEC) e Sinepe/RS, que representa as demais instituições de ensino superior e ensino básico. Portanto, são quatro pautas de reivindicações:

  • ensino superior das instituições comunitárias (representadas pelo Sindiman/RS)
  • ensino básico das instituições comunitárias (representadas pelo Sindiman/RS);
  • ensino superior (instituições representadas pelo Sinepe/RS);
  • ensino básico (instituições representadas pelo Sinepe/RS);

As pautas de reivindicações serão definidas em assembleias de professores, na sexta (27) e sábado (28).

As Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) apresentam em geral cerca de 70 cláusulas e todas elas precisam ser renegociadas e firmadas aualmente em acordo entre os sindicatos de professores e o patronal. Direitos como piso salarial, reajuste salarial, antecipação de décimo terceiro e férias, recesso, irredutibilidade de salário e carga horária, licenças, horas-extras, adicionais, estabilidades e desconto para dependentes, entre muitas outros, são normas que dependem das CCTs.  

* Professores do Sinpro/Caxias também integram a FeteeSul. José Carlos Monteiro é o presidente da entidade na gestão 2025/2027 e Liliane Viero é suplente da Direção, enquanto Cristiane Boschi é suplente do Conselho Fiscal.

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